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Fábio MayerAtualizado em 03/01/2007 |
Public folders ![]() 11/02/2007: Festival Gastronômico em Joinvile! Eu, Mônika, Luciano e muito apfelstrudel
![]() 11/2/07: Eu, Mônika minha irmã e meu amigo Luciano no Museu Nacional do Imigrante
![]() 22/03 Elisa
![]() 22/03 Gabriel e a "perigosíssima" Kika
![]() 27 de maio
![]() 30/07 - Exatamente há um ano atrás, aniversário de 70 anos do tio Heraldo
![]() 30/12 - São Marcos, serra gaúcha, linda cidade!
![]() Aniversário do Gabriel
![]() Aniversário...da Elisa, claro!
![]() As Flores do Jardim aqui de Casa
![]() Avós Corujas e Elisa Achocolatada
![]() Blumenau/SC em 11/11/2007
![]() Colibri do Restaurante Grünnwald - Joinvile/SC
![]() Com o "manto sagrado" alvi-verde.
![]() Congresso da ADJORI em Umuarama/PR e viagem
![]() Delicatesse Viktoria - Joinvile/SC
![]() Dia das Mães
![]() Elisa e Gabriel
![]() Elisa no computador, feliz e sorridente no meu colo.
![]() Elisa, aos 4 meses... Sandro e Noemi capricharam mesmo!
![]() Elisa, minha sobrinha e Lucrécia, a tartaruga.
![]() Escritório, minhas cadelas, etc...
![]() Estádio Couto Pereira, meu segundo lar... =)
![]() Eu e Elisa (sobrinha) no dia do meu aniversário.
![]() Eu e mamãe no Memorial de Grêmio em Porto Alegre.
![]() Eu e minha irmã, Mônika, no dia do casamento do meu irmão Sandro.
![]() Eu e minha mãe dando gargalhadas =)
![]() Eu e os aviões
![]() Eu, dirigindo...
![]() Eu, meus irmãos e cunhada.
![]() Eu, no escritório, e Gabriel
![]() Eu, no escritorio...
![]() Fim de Semana em Porto União
![]() Florianópolis/SC, acompanhando o Coxa em 10/11/2007
![]() Foto diferente, notem que parece haver planetas ao fundo! Tirei no ano novo...
![]() Fotos da Béti
![]() Fotos do Meu Blog
![]() Gabriel e Elisa
![]() Gabriel, meu sobrinho.
![]() Imagens da Virada do Ano em Gravataí/RS
![]() Inauguração do escritorio.
![]() ITALIA. Minha Amiga Anamaria, filha e namorado em Roma.
![]() Jaraguá do Sul e Joinvile - 19/01
![]() Kika, Teka e Guida
![]() Lucas, meu "quase" sobrinho, filho do Luciano.
![]() Magistério/RS - Eu, o "manto sagrado" e meus primos.
![]() Meu escritorio novo...e Elisa
![]() Meu local de trabalho, em época de MUITO trabalho!
![]() Meus pais...
![]() Natal 2007
![]() Natal em casa, depois de muitos anos.
![]() Nêgo Biscoito, o gato!
![]() Num dia pra lá de gelado...eu e Mônika, minha irmã...
![]() Outro auto-retrato pouco inspirado e duas fotos com o amigo Luciano, que "fugiu" pra Joinvile!
![]() Parque Tanguá 26/01/2008
![]() Praça do Expedicionário - Curitiba
![]() Public
![]() Retrato oficial de advogado. Gravata, livros atrás...pareço político, não?
![]() Rodovia PR 092 Entre Rio Branco do Sul e Cerro Azul
![]() Teka e Kika...a Guida é tímida, não se deixa fotografar.
![]() Tunel verde entre Viamão/RS e o litoral do estado.
Illapu & Nelson MandelaNa rua XV, os curitibanos já acostumaram a encontrar um grupo de senhores bolivianos chamado "Viento Sur" que toca lindas músicas do folclore andino, se bem que com um repertório limitadíssimo (até porque, são artistas de rua, talentosos, mas com outras atividades que lhes dão o sustento) e não foram poucas as vezes que parei ali e fiquei apreciando aquelas apresentações bonitas de um tipo de música que sempre me agradou. Há mais ou menos uns 10 anos, eu passeava pela rua XV, aqui em Curitiba, quando ouvi um trechinho deste CD do conjunto chileno Illapu tocando numa tradicional loja de música que existe na Praça Osório. Não tive dúvidas em comprá-lo, o trecho que ouvi já foi suficiente para decidir, mesmo não conhecendo o conjunto, mas porque o som era muito próximo daquele tão apreciado do "Viento Sur" que faz parte do meu cotidiano em Curitiba. É música latina da melhor qualidade, mesclando os sons andinos tão peculiares com uma outra caracteristica de nossa musicalidade: As letras com alta dose de protesto político. Que fique claro que, com este conjunto, as músicas em "tons políticos" não soam nem piegas, nem esquerdistas. Não são protestos contra ninguém, não buscam arregimentar ninguém, apenas falam dos valores universais da liberdade e do respeito à vida. Não são odes de amor ao caudilhismo populista de ninguém, são canções que falam de pessoas, de sofrimento e da redenção que a Justiça pode trazer. Destaca-se uma homenagem a Nelson Mandela que começa assim: La noche que anda de negro cargada de soledad que se levante Mandela Mandela, mande ya E com o refrão que, tocado, é tocante: Mande, Mandela! Mandela ya! que la noche se levante y no se vuelva a acostar! Sem dúvidas, uma bela homenagem a um homem que, por mais defeitos que tenha, merece todo o respeito e o reconhecimento pela sua luta vitoriosa contra o mais ignóbil dos crimes políticos, o racismo. Quem tiver a oportunidade, um dia ouça: VUELVO AMOR... VUELVO VIDA - Illapu - EMI Odeon - Chile. FlyDixie Chicks foi o primeiro conjunto "folk" a alcançar o primeiro lugar nas paradas de sucesso, em especial a da revista Billboard, o que não é pouco, se considerarmos que os norte-americanos classificam tudo e dão prêmio para tudo que acham que é o melhor.
Comprei esse CD por conta da canção "Cowboy take me away", pensando que o resto seria um lixo, afinal, "folk"nada mais é que música sertaneja de norte-americano e, se eu já não suporto Chitão e Xoró e Prumo e Marreta (se bem que faço algumas exceções, quem entrar na lista de músicas ao lado vai notar), como ia aguentar um americanóide?
Me enganei, o CD é ótimo, o que explica o sucesso retumbante do grupo nos EUA e até mesmo a patrulha ideológica que a vocal Natalie Maines sofreu dos republicanos ultra conservadores, entre eles, claro, o "prezidenti" George W.Bush, por criticar a guerra do Iraque, além de sua postura ultra-liberal.
Aliás, o CD não é isento de polêmica por conta da música e do clipe de "Goodbye Earl" que conta a história de uma garota que se cansou do maridão babaca e.... bem, deixe pra lá!
Criado em GalpãoComprei esse CD em 1998, no dia em que o Brasil enfrentou a Holanda pela semifinal da Copa do Mundo da França.
"Os Serranos", ou melhor, os Dutra, são amigos da família e isso levou a comprar o CD, até porque, a marca "Os Serranos" é garantia de qualidade. Mas que qualidade!
A pessoa que nunca tenha ouvido música do Rio Grande do Sul, se apaixona ouvindo um CD assim, porque ele é perfeito. Música tradicionalista de verdade, nada de bobagens envolvendo mulher, cerveja e vadiagem como gostam os "sertanojos" com quem, INFELIZMENTE, muita gente confunde os cantres gauchescos.
Destaque para "Judiaria" de autoria do mestre e genial Lupicínio Rodrigues.
Os amigos que não são do sul, podem ouvir este CD na rádio Terra ou na Rádio Uol.
From Elvis in MemphisO "rei" deixou a boa música para se dedicar aos filminhos, que geravam LP(s) ruins ("Blue Hawaii" é uma droga, incrível que seja gravação do "rei", embora salve-se Can't Help Falling in Love), mas geravam dinheiro e fizeram dele o primeiro "superstar" da história.
Porém, chegou o dia em que o "rei" cansou daquela porcaria toda e resolveu voltar pros braços do seu povo. Daí, minha gente, veio o "Especial da Volta", para o qual ele, nosso ídolo, ensaiou à exaustão, emagreceu e apareceu na TV, ao vivo, em cores, um quase 40tão deslumbrante pras mocinhas e exemplar para nós marmanjos. E que voz!!! E que repertório!!! Que presença e que amor pelo seu público, numa ocasião em que a NBC teve 95% (isso mesmo, 95%) de audiência "coast to coast" nos EUA!
E gerou esse LP da capa aí de cima, uma pérola, maravilhoso, certamente o melhor trabalho do ELvis, e o meu preferido, com músicas ultrapassando o espetacular. Quem puder, ouça, principalmente "Gentle on my Mind", "Only the Strong Survive" e "Any Day Now", sem contar "In the Ghetto" onde o "rei" faz um "revival" em homenagem aos velhos tempos de iniciante.
Simplesmente maravilhoso, Elvis em sua essência: boa música! Recomendo! 97 anos de amor!A imagem que está aí acima foi "roubada" do site Coxan@autas.
Amanhã, 12/10/2006, o Coritiba Foot Ball Club completa 97 anos de uma existência marcada por momentos de beleza que só o esporte pode proporcionar.
Eu sou do alvi-verde desde antes de nascer. Mas foi numa tarde de 1977 quando meu pai me levou ao Estádio Couto Pereira para assistir pelo campeonato brasileiro um jogo contra o Ferroviário do Ceará (mas pode ser a Desportiva Ferroviária do ES, falha a minha memória), ganho pelo Alvi-Verde por 7 x 1, um espetáculo de encher os olhos para um garoto de 8 anos que a partir de então virou Coxa de alma e coração. Eu estava no estádio Couto Pereira quando o Coritiba conquistou os títulos de 1986, 1989 e 2003. Eu vi os milagres de "são" Rafael e o dedo de Deus evitando de modo fantástico um gol do Bangu naquela final de 1985, quando de madrugada fui para a rua comemorar. Eu senti na carne a injustiça cometida contra o clube em 1990, a dor dos 10 anos sem títulos e a dor ainda maior de não estar no estádio quando o Coritiba acabou com o jejum com o gol de empate contra o Paraná Clube aos 38 do segundo tempo, numa partida que perdia por 2x0 até 20 do segundo, acamado que estava, vítima de uma pneumonia.
O Coxa já me fez pular de alegria e satisfação, abraçar desconhecidos, fazer amizades, algumas das quais infelizmente acabaram por designio de Deus, deixando grandes saudades, considerando serem amigos que muitas vezes só via em jogos do Coxa. O Coxa já me fez chorar feito criança que quebrou o brinquedo, já me preocupou e não poucas vezes me deixou frustrado, mas mesmo assim, nunca jamais sequer aventei abandoná-lo, é parte da alma, leva-se para a eternidade, até porque ele é maior que o tempo, gerações de pessoas acabam e ele continua a difundir alegria, fé, esperança, orgulho, tradição, raça e doação à sua gente.
Parabéns a todos os Coxas, mesmo no atual momento ruim, somos uma família de vencedores!
Thomas Friedman e "O Mundo é Plano"Ainda não terminei de ler.
Mas basicamente, Thomas Friedman comenta sobre a diminuição das distâncias econômicas do mundo, a globalização e o modo com que isso afeta as economias dos países. Ele comenta muito a abertura da China em contraste com países fechados, cuja classe política ainda não entendeu o mundo em que vivemos e insiste em nacionalismos, e, pior, em achar que seus países são suficientes em si mesmos para trazer riqueza e bem estar para seus povos, possibilidade que não mais existe. Hoje, países abertos podem virar potências, países fechados viram uma Coréia do Norte.
Comenta no capítulo 6: "Quando os países em desenvolvimento começarem a pensar no desafio do achatamento, a primeira coisa que devem fazer é uma introspecção brutalmente sincera. Um país, assim como seus líderes e seu povo, tem que ser sincero consigo mesmo e enxergar claramente qual o lugar em relação aos demais países... Tem de perguntar a si próprio: até que ponto meu país está avançando ou ficando para trás devido o achatamento do mundo, e até que ponto está se adaptando ou tirando vantagem de todas as novas plataformas para a colaboração e a competição?"
O que me preocupa ao ler coisas assim é constatar como o Brasil se fecha para o mundo exterior, com sua burocracia insana, sua carga tributária extorsiva, sua classe política incompetente e um povo muito mal instruído. O Brasil está perdendo o bonde da história e, pior, acreditando em panacéias nacionalisteiras e burras, como a do ditador venezuelano Hugo Chaves e seu cãozinho Evo Molares.
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